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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Devido a muitos pedidos, postaremos novamente o artigo dos chás. Está com frio? Aqueça através dos chás.

chá

No frio o chá é a escolha mais saudável e quente para o seu corpo. Por isso, nossa dica são os chás, que além de deliciosos trazem muitos benefícios.
Abaixo, veja algumas das ervas mais populares, fáceis de encontrar nos supermercados, e suas principais propriedades.
Erva Doce    

Alivia cólicas menstruais e cólicas abdominais de recém-nascidos. No último caso, fique atento para a indicação do médico pediatra. Auxilia a má digestão.
Erva Mate

Possui ação anti-estresse. Segundo pesquisas, é um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso. Auxilia no combate a depressão; confere ao músculo maior capacidade de resistência a fadiga, sem causar efeitos colaterais. Atua também sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco e protegendo o coração de doenças cardiovasculares.
Guaraná

Por conter cafeína, o guaraná produz maior rapidez e clareza do pensamento, retarda a fadiga, tonifica o coração, e é levemente afrodisíaco.
Hortelã

Atenua azia, gases e cólicas. Alivia asma e bronquite e ainda pode ser usado como calmante para insônia, pois relaxa. Possui ainda ação antioxidante e anti-inflamatória.

Fonte:  Banco  de  dados  do  “Centro  de  Cultura  Oriente  Ocidente®”
Atendimento individual com profissionais em Acupuntura Chinesa,
P.N.L. (Programação Neurolinguística) Iridologia, Fitoterapia,
Florais de Bach, Fisioterapia, RPG, Pilates, Homeopatia

Fonte:  Banco  de  dados  do  “Centro  de  Cultura  Oriente  Ocidente®”.
Atendimento individual com P.N.L. (Programação Neurolinguística) para pessoas
que desejam alavancar mudanças nas áreas de saúde, liderança, oratória,
aprendizagem acelerada, autoconhecimento, problemas de relacionamentos,
superação de dificuldades com realização pessoal e profissional.
(Acompanhamento e Treinamentos  Hipnose Ericksoniana
 Auto-hipnose   Terapia da Linha do Tempo  Regressão)

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Veja mais uma entrevista com Armando Falconi na Rádio CBN, onde ele responde diversas perguntas sobre saúde e bem estar feita pelos ouvintes:

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saúde-da-mulherPessoas de baixa estatura correm um risco aumentado de desenvolver uma doença coronariana. Este é o resultado de um estudo britânico publicado na revista “New England Journal of Medicine”.

Cientistas da Universidade de Leicester analisaram dados de 200 mil pessoas com e sem doenças coronarianas. Eles descobriram que cada diferença de 6,5 cm, respectivamente 2,5 polegadas, na altura, afeta a probabilidade de uma doença coronariana em 13,5 por cento. Portanto, uma pessoa com 152 centímetros de altura tem um risco 32 por cento maior de desenvolver a doença comparado a alguém com quase 168 centímetros de altura.

Análises do material genético mostraram que a relação inversa é uma associação primária que não é influenciada por outros fatores. Numerosas variações genéticas, conhecidas por estarem associadas à altura, também estão vinculadas a doenças coronarianas, dizem os pesquisadores. “Quantas mais variantes genéticas de aumento da altura você tiver, menor será seu risco de uma doença coronariana e, pelo contrário, se você for geneticamente mais baixo, maior será seu risco de desenvolver a doença”, explicou o autor do estudo, Christopher Nelson, da Fundação Britânica do Coração.

Foi observada uma menor extensão de impacto da altura sobre outros fatores de risco para doenças coronarianas (colesterol, níveis de gordura, etc.) – menos de um terço. Portanto, a associação deve ser grandemente causada por processos biológicos compartilhados, que determinam a altura corporal e o desenvolvimento de doenças coronarianas.

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As frutas da Amazônia que previnem doenças

fruit

Com sua polpa e casca de matiz entre o amarelo e o laranja intenso, o buriti, a pupunha, a physalis, o abricó, o tucumã e o marimari são tão bem dotados de corantes naturais capazes de afastar males como cegueira noturna, catarata e até câncer que devem deixar a fama circunscrita à região amazônica, de onde se originam, para virar celebridades de norte a sul. É uma questão de tempo.
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A pesquisa que joga os holofotes sobre essas frutas vem da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade de Campinas (FEA-Unicamp), no interior paulista. Encontramos nessas seis espécies amazônicas 60 tipos de carotenóides, revela Adriana Zerlotti Mercadante, coordenadora do estudo. Não é pouca coisa porque, no total, são 100 os carotenóides já identificados em alimentos. E, pela primeira vez, os cientistas da Unicamp deram de cara com um membro dessa família até então desconhecido no mundo da nutrição: o betazeacaroteno, presente no abricó e no tucumã.
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Uma simples comparação numérica dá bem uma idéia do que signifi ca toda essa fartura. O buriti, por exemplo, fruto da palmeira de mesmo nome e cultivado do cerrado à região amazônica, revelou insuperável teor de carotenóides em geral 513,87 g/g (microgramas por grama). Isso representa cinco vezes mais do que a quantidade encontrada na cenoura, ilustre representante dessa classe de nutrientes. O valor também ultrapassa e muito os índices de consumo diário recomendados por entidades médicas internacionais que é de 90 a 180 g/g (ou 9 a 18 mg/100g). E olha que apenas 20 g/g da substância já dão um upgrade na avaliação de qualquer alimento do ponto de vista da prevenção de doenças.
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Quase todas as demais frutas amazônicas recém-estudadas apresentam concentração de carotenóides acima de 60 g/g. A exceção é o marimari, que perde para as colegas, mas não faz feio. Com nada desprezíveis 37,98 g/g de pigmentos na polpa e na casca, ainda fica à frente do maracujá, da laranja e de algumas variedades de manga, por exemplo.
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Segundo a professora Delia Rodriguez- Amaya, da FEA-Unicamp, tida como uma das maiores especialistas em carotenóides no mundo, tanto o clima quente como a diversidade de frutas e folhas selvagens e semicultivadas fazem do solo brasileiro o maior celeiro desses pigmentos de alto valor para a saúde. E acrescenta: Enquanto em muitos países o tomate é a única fonte de licopeno, o Brasil pode se vangloriar de contar com o mamão, a goiaba vermelha e a pitanga.
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Sorte nossa. Os carotenóides estão na lista dos compostos bioativos considerados funcionais, aqueles capazes de prevenir doenças. Apesar de uma centena de pigmentos colorirem frutas, legumes e hortaliças, até agora apenas seis foram alvo de estudos. O licopeno, por exemplo, se destaca pela sua ação comprovada contra o câncer, especialmente os de pulmão, esôfago e próstata, lembra a nutricionista Jocelem Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais (SBAF). E, em matéria de proteger as nossas células, chega a ser dez vezes mais eficaz do que o betacaroteno.
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Um recente estudo para tese de doutorado na Faculdade de Saúde Pública da USP, de autoria da nutricionista Luciana Yuki Tomita, enaltece ainda mais o festejado pigmento vermelho, ao sugerir que, graças a ele, consegue-se reduzir em até 50% as chances de as lesões causadas pelo HPV evoluírem para o câncer de colo de útero. É que o licopeno parece diminuir o tempo de permanência do vírus no corpo, explica a pesquisadora.
A engenharia genética também mira esses compostos. Há algum tempo, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa, busca dar colorido alaranjado à pálida bananananica, que n ão foi a graciada com nenhum tipo de carotenóide e, portanto, passa longe da vitamina A. Para isso, está mapeando o material genético de vegetais cheios de carotenóides com o objetivo de, um dia, introduzir seus genes no fruto da bananeira. Se isso for bem-sucedido, certamente abrirá caminho para o enriquecimento de outros alimentos, opina a bióloga molecular Damares de Castro Monte, responsável pelo projeto.
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Por enquanto, além da Amazônia, só alguns estados do Nordeste cultivam frutas que podem ser consideradas verdadeiros poços de carotenóides. Agora, é esperar que seu tremendo valor nutritivo se torne conhecido no resto do país para que deixem de ser c lassificadas como espécies meramente exóticas.

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Confira o que Armando Falconi tem a falar sobre Anemia:

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Leia a última parte da série “As Plantas Mais Tóxicas e Venenosas” postadas ao longo da semana:

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Pitcher plant

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Esta planta é membro icônico da família das plantas carnívoras. O corpo colorido atrai insetos e moscas. Assim que estes chegam à borda escorregadia da folha caem em cova. Esta contém enzimas e outros fluidos que decompõem o corpo do inseto, e de maneira gradual, o inseto é absorvido. O corpo apresenta muitas projeções ou secreções de cera que não permitem que o inseto suba depois que cair.

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Mamona (Ricinus communis)

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A planta é a mais venenosa e ainda muito cultivada como planta ornamental, e contém ricina, que é altamente tóxica. A ricina é comumente usado no Brasil em forma de óleo, popularmente chamado de óleo de mamona, onde é aplicado na produção de plásticos, cosméticos, tintas, adesivos e biodiesel.

Os sintomas de envenenamento incluem diarreia hemorrágica, pressão arterial baixa, dor abdominal, tremores e vômitos. A aguda desidratação junto com hipotensão levam à morte. A morte pode ocorrer se não houver um rápido tratamento de desintoxicação. No ano 2007, Guinness World Records marcou a planta como a mais venenosa do mundo devido aos inúmeros acidentes de crianças ingerirem as mamonas, sem saber do perigo.

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