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Saúde Integral

Saúde Integral: confira o vídeo com Falconi debatendo esta temática!

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Atenção! Estão abertas as inscrições para o curso livre  de Yoga 2014 – Autoconhecimento e formação para professores!

formação 2012

Yoga não é mágica. É um conjunto de conhecimentos que, se aplicados com regularidade e dedicação proporciona transformações internas profundas. O propósito do curso é trazer essa filosofia para a vida, uma oportunidade para se dedicar intensamente às experiências da prática e se abrir para a sabedoria interna. Acreditamos que o crescimento interior só acontece quando estamos propensos a ele. Por isso o curso é indicado para praticantes que realmente sentem um desejo intenso por autoconhecimento e uma consciência mais elevada. Se você pretende investir no seu crescimento pessoal; se você busca autoconhecimento; uma vida com mais qualidade; se você quer aprender a fazer escolhas mais conscientes; se abrir para uma vida plena de felicidade verdadeira, você é um yogue. E esse curso é para você. Estudar, aprender, praticar, vivenciar e simplesmente ser.
Para mais informações entre em contato.

Participe, divulgue!

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Vai dar remédio?

Antes de medicar seu pet, consulte um Médico Veterinário!!!

 

 

Para espantar uma febre, nada melhor que antitérmicos. Para as dores, analgésicos. Até parece que todo mundo tem a receita na ponta da língua. Mas abrir a caixa de remédios e medicar o cão ou o gato por conta própria nunca é boa ideia. A atitude pode mascarar problemas sérios ou até mesmo piorar bastante a saúde do animal.

Tome como exemplo as dores provocadas por inflamações. Anti-inflamatórios à base de diclofenaco de sódio e outros medicamentos que contenham ibuprofen — bastante utilizados em seres humanos — causam severas agressões ao organismo dos bichos, em especial dos cães. “Neles, esses princípios ativos provocam vômitos e diarreias, decorrentes de irritações gástricas e ulcerações no estômago”, diz o veterinário Adilson Damasceno, professor da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Já antitérmicos com paracetamol na fórmula ou mesmo o famoso ácido acetilsalicílico são o pior remédio para o mal-estar dos felinos, que, por natureza, não possuem a enzima capaz de metabolizar essas drogas. “Ou seja, seu fígado termina sobrecarregado, o que pode desencadear uma hepatite hemorrágica ou interferir na atividade da medula óssea”, explica o veterinário Vitor Márcio, da Clínica Santo Agostinho, em Belo Horizonte. Para ter noção, enquanto nosso organismo elimina essas substâncias em cerca de quatro horas, os cães levam sete para dar cabo de todas as suas moléculas e os gatos, até três dias.

É bem verdade que, muitas vezes, depois de levar o bicho de estimação ao veterinário, como manda o figurino, o dono sai de lá carregando a receita de um remédio formulado, em princípio, para o corpo humano. “É que não existem drogas para todas as enfermidades dos animais”, justifica a especialista Rosângela Alves Carvalho, também da UFG. “Por isso, a gente acaba indicando medicamentos humanos, principalmente quando se trata de problemas de coração e disfunções do sistema nervoso”, completa. Mas, no caso, toda a cautela é pouca: é o especialista quem irá determinar a dose, conforme o peso, a idade e a raça do animal.

Os donos também não devem abrir mão da consulta quando o remédio que têm em casa é de uso veterinário. O risco maior acontece quando uma medicação para cachorros é aplicada em gatos. Talcos contra pulgas à base de carbamato põem em risco o sistema nervoso dos felinos, por exemplo. E, às vezes, mesmo sem misturar as espécies, há confusão. Uma das drogas utilizadas para combater a sarna, a invermectina, vai bem para muitos cães. “Mas raças como old english sheepdog e pastor de shetland — até mesmo os mestiços delas — não suportam a substância e sofrem uma intoxicação”, exemplifica Damasceno.

DURO DE ENGOLIR

Os bichos não engolem a medicação só com a ajuda de água. Uma sugestão é escondê-la no meio de alimentos e petiscos. Só não vale quebrar uma cápsula ou diluir o comprimido em líquidos, porque aí você nunca terá certeza de que a dose indicada foi absorvida. Versões líquidas ou pastosas, formuladas com sabores especiais — morango, peixe ou carne —, sempre são mais fáceis. Por isso, se possível, dê preferência a esse tipo de produto.

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Rabanete e Beterraba

Confira Armando Falconi no vídeo sobre Rabanete e Beterraba:

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Afinal de contas, a luz solar é boa ou não para nosso corpo?

Até pouco tempo atrás, quando pensávamos em desfrutar um bom dia de sol na praia com família e amigos, logo vinha à mente todos os aparatos necessários: guarda-sol, brinquedos, uma bola e, para se proteger do sol, o tão usado hipoglós.

Quem é que não tem nos bons e velhos álbuns de família aquela foto com o hipoglós no rosto? Mas as coisas mudaram e hoje em dia quando se pensa em ir à praia, a primeira coisa que nos vem à mente é: E o protetor solar? Fator 30, 50, 70, os bloqueadores solares aumentam cada vez mais, não só no FPS, mas também no preço. Mas de onde surgiu todo esse medo do sol?

As primeiras reportagens associando exposição ao sol e câncer de pele apareceram em publicações de dermatologistas, no fim do século 19. Já em meados da década de 30, o Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos começou a alertar as pessoas sobre os perigos e riscos à saúde relacionados com o Sol. A partir daí, as pessoas passaram a evitar o sol do meio-dia, a cobrir a cabeça para evitar a exposição direta ao Sol e gradualmente passaram a diminuir o tempo de exposição solar, a fim de minimizar os riscos de queimaduras na pele.

Nas décadas seguintes, os estudos sobre câncer de pele e exposição excessiva ao Sol se intensificaram. Cientistas começaram a alertar a população sobre a destruição da camada de ozônio e o consequente aumento da radiação UVB no planeta e também na incidência de câncer de pele. Por essa razão, a OMS (Organização Mundial de Saúde), junto com a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer e outros órgãos governamentais, estabeleceram o INTERSUN, a fim de discutir e adotar medidas e políticas de saúde para amenizar as doenças relacionadas com a exposição excessiva ao Sol.

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Metáfora: Respiração

Assista ao vídeo em que Falconi discorre sobre a “Respiração”:

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Uma dupla e tanto:

dupla

A dupla seria capaz de reduzir a formação de cálculo biliar, sugere um estudo indiano publicado no periódico British Journal of Nutrition. Realizado com roedores, o trabalho mostrou que o dueto aumenta a produção de duas enzimas responsáveis por derrubar naturalmente os níveis de colesterol. “E quase 80% das pedras na vesícula são formadas por esse tipo de gordura”, afirma Ricardo Abdalla, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Para chegar à conclusão, os cientistas compararam dois grupos de cobaias. Entre os animais alimentados com uma maior quantidade de alho e cebola, houve uma redução de até 30% na incidência dos cálculos.

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Metáfora – Mudança

Veja o vídeo sobre a metáfora “Mudança”, com Armando Falconi e reflita:

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Fitoterapia: Tanchagem

Fitoterapia: Tanchagem – Nome Botânico: plantago major l.

Família: plantaginaceae. Parte utilizada: porção aérea e sementes

Também conhecida como tansagem, tanchagem-maior, tranchagem, ou plantagem. é originária da europa e vegeta espontaneamente em nosso país, especialmente em terrenos úmidos e clima temperado. é uma planta vivaz, que cresce pouco, atingindo 40 a 60cm de altura.

Existem várias espécies de tanchagem, sendo o plantago major esta uma das de maior valor medicinal e veterinário.

Constituintes:

-taninos: 5,7%
- mucilagens
- ácidos orgânicos: ácido clorogênico, ácido ursólico
- acido silícico
- glicosídeos: aucubina
- óleo essencial: 0,2%
- alcalóides: plantagonina, indicaína
- resina
- alantoína
- heterosídeos (0,37%): entre eles aucubigenina
- ácidos ferrúlico, cumarínico e oleonólico
- enzimas: emulsina e invertina
- colina
- sais de potássio: 0,5%
- vitamina c
- as sementes contém antraquinonas

Ação:

- Expectorante, adstringente, emoliente, cicatrizante, antidiarréica, depurativa.
- As sementes são laxativas.
- Diurética, antiinflamatória, bactericida.

Propriedades Farmacológicas:

Devido às mucilagens das suas folhas, exerce uma ação protetora das mucosas inflamadas e das vias respiratórias, impedindo a atividade de substâncias irritantes e promovendo a diminuição do processo inflamatório. Age sobre as vias respiratórias superiores, protegendo a mucosa e auxiliando a expectoração. Tem a propriedade de destruir um grande número de microorganismos e estimular a epitelização.

Os taninos conferem a propriedade adstringente, formando revestimentos protetores, atenuando a sensibilidade e dificultando infecções, além de proporcionar uma ação hemostática.

Por diminuir a irritação da mucosa intestinal, as folhas possuem ação antidiarréica.

as sementes atuam indiretamente como laxativas por absorver grande quantidade de água, estimulando o peristaltismo.

Indicações:

- problemas da vias respiratórias: catarros, bronquite, gripe, asma e tosse
- disenteria, diarreias
- hemorragia pós parto
- feridas
- úlceras varicosas
- inflamações da boca e garganta: aftas, amígdalas irritadas e inflamadas.

Contra-Indicações:

- Não há referências na literatura consultada.

Efeitos Colaterais:

- Não causa efeitos colaterais quando usada em doses terapêuticas.
- Uso durante gestação / lactação.
- Não há referências na literatura consultada.

Precauções:

Seguir a dosagem recomendada. caso surgirem reações indesejáveis suspender o uso.

Interações

Pode ser combinada com berberis (berberis vulgaris), sabugueiro (sambucus nigra) e eufrásia (euphrasia offïcinalis), com a finalidade de potencializar seu efeito expectorante.

- Fitoterápico uso interno:

- infuso: 30g das folhas/litro de água. tomar 3 à 4 xícaras ao dia
- tintura: l colher sopa, 4 vezes ao dia
- tintura mãe: 30 gotas, 3 vezes ao dia.

- Fitoterápico uso externo:

- infuso: 60g de folhas para l litro de água: gargarejos e emplastros para tratamento de úlceras, hemorróidas e ferimentos.
- linimento: auxiliar no tratamento de hemorróidas e afecções cutâneas.

Duração da Administração: pelo tempo que se fizer necessário.

Armazenamento: armazenar preferencialmente em recipiente hermético, em ambiente seco e arejado, ao abrigo da luz solar.

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Neste vídeo Armando Falconi fala sobre Koans – “Mistério de Zen” e “Sem Motivo”:

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